A doença crítica é caracterizada pela piora de uma condição médica que resulta em um desequilíbrio na homeostase. Esse quadro provoca disfunção de órgãos com risco à vida, exigindo técnicas avançadas de suporte para manter a função dos órgãos e, assim, está associada a uma alta taxa de morbidade e mortalidade. As causas da doença subjacente e do curso desfavorável são variadas e frequentemente levam a disfunções secundárias nos órgãos, conhecidas como falência de múltiplos órgãos. Fatores, como disfunção orgânica, sepse, ventilação mecânica prolongada e imobilidade são riscos para a perda de massa muscular, o que pode causar fraqueza adquirida na UTI.1
Pacientes com doenças críticas podem perder mais de 15% de sua massa muscular em apenas uma semana, o que pode gerar consequências negativas duradouras. Em média, indivíduos em estado grave chegam a perder quase 2% de músculo esquelético diariamente durante a primeira semana de internação na UTI.1
O material a seguir aborda esses aspectos de forma aprofundada a respeito da perda de massa muscular e os condicionamentos da terapia nutricional enteral em pacientes críticos. Para entender mais sobre o assunto, acesse o conteúdo e confira na íntegra.
Referência:
1. Fazzini B, Märkl T, Costas C et al. The rate and assessment of muscle wasting during critical illness: a systematic review and meta-analysis. Crit Care. 2023 Jan 3;27(1):2.