Faltering Growth na infância: abordagem clínica e suporte nutricional

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O risco nutricional na infância compromete crescimento, desenvolvimento cognitivo e aumenta a vulnerabilidade a infecções. Em situações específicas, a utilização de estratégias nutricionais individualizadas, incluindo suplementação oral, pode ser necessária para assegurar o aporte energético e de nutrientes essenciais.1

 

No material técnico, preparado pela Dra. Marise Lazaretti, você confere uma revisão abrangente sobre abordagens clínicas para suporte nutricional em pediatria. 

 

Referência 

1.  UNICEF; WHO; WORLD BANK GROUP. Levels and trends in child malnutrition: UNICEF / WHO / World Bank Group Joint Child Malnutrition Estimates: key findings of the 2023 edition. New York: UNICEF, 2023. Disponível em: https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/368038/9789240073791-eng.pdf. Acesso em: 23 set. 2025. 

A prevenção da má-nutrição infantil, que se manifesta como desnutrição, baixo peso para a estatura (emagrecimento) e sobrepeso, requer um enfoque multissetorial. Por isso, é fundamental garantir o acesso das crianças e suas famílias a dietas nutritivas, serviços de saúde essenciais e promover práticas adequadas de cuidado desde a gestação e primeiros anos de vida, assegurando assim as condições para crescimento e desenvolvimento plenos.1 

 

No material técnico da Dra. Marise Lazaretti (gastroenterologista, hepatologista e pediatra supervisora do Programa de Residência em Gastropediatria do Hospital Estadual da Criança e do Adolescente – HECAD), você encontrará uma revisão prática e baseada em evidências, com recomendações clínicas aplicáveis à rotina ambulatorial e hospitalar.

  

Confira alguns dos pontos abordados: 

 

Evidência e metas de catch-up: discussão sobre objetivos de ganho ponderal e estratégias de catch-up, com base em literatura recente sobre crescimento compensatório.2  

 

Micronutrientes: aporte de cálcio, vitamina D e outros nutrientes-chave para saúde óssea e imunidade.3,4 

 

Evidências clínicas: estudos que mostram melhora do estado nutricional, evolução do crescimento e redução de complicações em pacientes pediátricos em risco nutricional.5-10 

 

Indicações práticas: estratégias de uso em diferentes cenários clínicos, como doenças crônicas, pós-hospitalização e situações de recuperação nutricional.3,11 

 

Este material reúne os principais destaques científicos para aplicação na prática clínica pediátrica, oferecendo suporte baseado em evidências para decisões no manejo nutricional. 

 

Os conteúdos disponibilizados no Danone Health Academy são técnico-científicos, destinados exclusivamente aos profissionais de saúde. Estão em conformidade com a Portaria nº 2051/01, a Resolução RDC nº222/02, Lei 11265/06 e Decretos que a regulamentam, conforme a aplicabilidade. Proibida a distribuição a outros públicos e reprodução total ou parcial. É proibida a utilização deste material para realização de promoção comercial. A prescrição dos produtos é de competência exclusiva de médicos e/ou nutricionistas, sendo proibida a indicação pelo profissional de enfermagem e farmacêutico. 

 

Referências 

1. UNICEF; WHO; WORLD BANK GROUP. Levels and trends in child malnutrition: UNICEF / WHO / World Bank Group Joint Child Malnutrition Estimates: key findings of the 2023 edition. New York: UNICEF, 2023. Disponível em: https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/368038/9789240073791-eng.pdf. Acesso em: 23 set. 2025. 

 

2. JOOSTEN K; MEYE R. Nutritional screening and guidelines for managing the child with faltering growth. European Journal of Clinical Nutrition (2010) 64, 9. S22–S24; doi:10.1038/ejcn.2010.44. 

 

3. BRAEGGER C. et al. Practical approach to paediatric enteral nutrition: a comment by the ESPGHAN committee on nutrition. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2010 Jul;51(1):110-22. doi: 10.1097/MPG.0b013e3181d336d2.  

 

4. KHANNA D. et al. Oral Nutritional Supplementation Improves Growth in Children at Malnutrition Risk and with Picky Eating Behaviors. Nutrients. 2021 Oct 14;13(10):3590. doi: 10.3390/nu13103590. 

 

5. TAYLOR CM et al. Picky/fussy eating in children: Review of definitions, assessment, prevalence and dietary intakes. Appetite. 2015 Dec;95:349-59. doi: 10.1016/j.appet.2015.07.026.  

 

6. BANDINI LG et al. Food selectivity in a diverse sample of young children with and without intellectual disabilities. Appetite. 2019 Feb 1;133:433-440. doi: 10.1016/j.appet.2018.11.016.  

 

7. KRUPA-KOTARA K et al. Food Neophobia in Children Aged 1-6 Years-Between Disorder and Autonomy: Assessment of Food Preferences and Eating Patterns. Nutrients. 2024 Sep 6;16(17):3015. doi: 10.3390/nu16173015.  

 

8. KATZMAN DK et al. Classification of Children and Adolescents With Avoidant/Restrictive Food Intake Disorder. Pediatrics. 2022 Sep 1;150(3):e2022057494. doi: 10.1542/peds.2022-057494.  

 

9. FISHER M et al. ARFID at 10 years: A Review of Medical, Nutritional and Psychological Evaluation and Management. Curr Gastroenterol Rep. 2023 Dec;25(12):421-429. doi: 10.1007/s11894-023-00900-w. 

 

10. TANNER AB; RICHMOND TK. Assessing growth in children and adolescents with Avoidant/Restrictive Food Intake Disorder. J Eat Disord. 2024 Jun 14;12(1):82. doi: 10.1186/s40337-024-01034-8. 

 

11. BOUMA S. Diagnosing Pediatric Malnutrition: Paradigm Shifts of Etiology-Related Definitions and Appraisal of the Indicators. Nutr Clin Pract. 2017 Feb;32(1):52-67. 

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