Material Científico
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Conheça a ciência por trás das fórmulas da Danone.
Nutrição que apoia o desenvolvimento infantil, inspirada no leite materno.
A nutrição adequada é essencial para a cicatrização de feridas, especialmente em pessoas desnutridas. Estudos indicam que fórmulas hiperproteicas enriquecidas com nutrientes específicos, como arginina, zinco e antioxidantes, ajudam na recuperação de lesões, inclusive as por pressão (LPP). Este estudo avalia se uma suplementação nutricional específica pode melhorar a cicatrização de LPP em pacientes desnutridos. A seguir, o resumo da publicação:1
Referência:
1. Cereda E, Klersy C, Serioli M, Crespi A, D'Andrea F; OligoElement Sore Trial Study Group. A nutritional formula enriched with arginine, zinc, and antioxidants for the healing of pressure ulcers: a randomized trial. Ann Intern Med. 2015 Feb 3;162(3):167-74.
Esta coletânea traz um compilado de 5 artigos publicados recentemente em revistas de peso. O foco desta coletânea é mostrar a ação de uma combinação exclusiva de nutrientes, Fortasyn connect, presente no Souvenaid, na disfunção sináptica de pacientes com DA leve. Está coletânea também traz um artigo que mostra o perfil sérico de alguns micronutrientes necessários para a formação da membrana neuronal em pacientes com DA comparado a individuos saudáveis. Como conclusão, podemos dizer que a deficiencia desses nutrientes é comum em pacientes com DA e que ,portanto, a sua reposição se faz necessária.
A dieta enteral é um método bem estabelecido para fornecer nutrição a pacientes que estão em risco de desnutrição, e seus benefícios e segurança já foram claramente demonstrados. Mesmo assim, a decisão de iniciar e desmamar um paciente da dieta enteral vai além de vantagens clínicas.
A dieta enteral pode impactar muitos aspectos da vida de um paciente – social, familiar e profissional, hobbies, viagem e intimidade. Isso pode ser desafiador para alguns pacientes e cuidadores. Por esses motivos, pode haver considerável ansiedade entre pacientes e familiares durante o início da dieta enteral, e ocasional relutância dos profissionais de saúde em dar alta aos pacientes.
RESISTÊNCIA DO PACIENTE
Pacientes e cuidadores podem ter muitas perguntas, emoções e necessidades, assim que a decisão de se iniciar ou finalizar a dieta enteral tenha sido tomada. Sem o apoio correto, isso pode impedi-los de aceitá-la, levando-os a dúvidas e insegurança sobre o futuro. Tais dúvidas e a falta de informação, também podem aumentar a probabilidade dos pacientes e cuidadores cometerem erros, ou não aderirem à rotina da dieta enteral prescrita.
Todos esses resultados colocam em risco a saúde do paciente. A alimentação oral forçada não se constitui em alternativa vantajosa, pois pode levar a um risco maior de aspiração. Por outro lado, o consumo de volumes insuficientes conduz à desnutrição, que pode retardar a recuperação do paciente, colocando em risco seu tratamento.
As inseguranças do paciente e do cuidador sobre a dieta enteral podem também retardar a decisão do profissional de saúde de colocar a sonda. Questionamentos frequentes: “Meu paciente é capaz de administrar a sonda?” ou “O cuidador de meu paciente tem a confiança de administrar a dieta enteral em casa?”.
No entanto tal relutância pode prolongar o impacto da desnutrição, levando a uma recuperação nutricional mais lenta, e complicações que resultam em estadias mais longas e frequentes no hospital.
A relação do profissional de saúde, principalmente o médico e o nutricionista, com os familiares e o paciente, são um dos pontos mais importantes e decisórios do sucesso da terapia nutricional.
O consumo adequado de fibras na dieta contribui para reduzir o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e problemas gastrointestinais. Além disso, ajuda a controlar a glicemia, melhorar o perfil lipídico, reduzir o peso corporal e fortalecer o sistema imunológico.1
Referências:
1. Bernaud FSR, Rodrigues TC. Fibra alimentar: ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo. Arq Bras Endocrinol Metab [Internet]. 2013Aug;57(6):397–405.
Pacientes gravemente doentes precisam de uma nutrição que vá além do simples fornecimento de energia e proteínas adequadas, desempenhando também um papel na proteção contra danos oxidativos nas células e na modulação da resposta imunológica. Estudos mostram que entre um terço e três quartos dos pacientes em unidades de terapia intensiva (UTI) sofrem de desnutrição, o que se associa, de forma independente, a piores desfechos.1
Referência: