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A epigenética tem por definição as mudanças hereditárias na expressão gênica que, diferentemente de mutações, não são atribuíveis a modificações na sequência de DNA. Os principais mecanismos epigenéticos incluem a metilação do DNA, alterações na cromatina, perda de impressão e RNA não codificantes.1
A regulação epigenética da expressão dos genes parece ter impactos duradouros e amplos na saúde. Fatores, como dieta e exposições ambientais podem modificar a extensão dessa regulação. Com isso, avanços no estudo da epigenética podem ajudar a entender melhor as correlações observadas entre o estilo de vida e o risco de doenças.1
No vídeo a seguir, o Dr. André Laranjeira, médico pediatra e neonatologista, aborda o conceito de epigenética aplicado ao consultório médico desde a teoria até a prática clínica, pensando na nutrição infantil. Para acessar esse conteúdo na íntegra, assista ao vídeo abaixo.
| O leite materno é o melhor alimento para os lactentes e até o 6° mês deve ser oferecido como fonte exclusiva de alimentação, podendo ser mantido até os dois anos de idade ou mais. As gestantes e nutrizes também precisam ser orientadas sobre a importância de ingerirem uma dieta equilibrada com todos os nutrientes e da importância do aleitamento materno até os dois anos de idade ou mais. As mães devem ser alertadas que o uso de mamadeiras, de bicos e de chupetas pode dificultar o aleitamento materno, particularmente quando se deseja manter ou retornar à amamentação; seu uso inadequado pode trazer prejuízos à saúde do lactente, além de custos desnecessários. As mães devem estar cientes da importância dos cuidados de higiene e do modo correto do preparo dos substitutos do leite materno na saúde do bebê. Cabe ao especialista esclarecer previamente às mães quanto aos custos, riscos e impactos sociais desta substituição para o bebê. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que sejam respeitados os hábitos culturais na introdução de alimentos complementares na dieta do lactente, bem como sejam sempre incentivadas as escolhas alimentares saudáveis. |
Os conteúdos disponibilizados no Danone Health Academy são técnico-científicos, destinados exclusivamente aos profissionais de saúde. Estão em conformidade com a Portaria nº 2051/01, a Resolução RDC nº222/02, Lei 11265/06 e Decretos que a regulamentam, conforme a aplicabilidade. Proibida a distribuição a outros públicos e reprodução total ou parcial. É proibida a utilização desse material para realização de promoção comercial. A prescrição dos produtos é de competência exclusiva de médicos e/ou nutricionistas, sendo proibida a indicação pelo profissional de enfermagem e farmacêutico.
Referência:
1. James P. Hamilton. Epigenética: Princípios e Prática. Dig Dis 1º de julho de 2011; 29 (2): 130–135.
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Assista à aula do Dr. Matias Epifanio discursando sobre os Desafios do Crescimento na Fibrose Cística.
09/08/2024
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Desreguladores endocrinológicos são substâncias ou misturas externas que interferem na função do sistema endócrino, resultando em efeitos prejudiciais em organismos vivos, sua prole ou subgrupos da população. Esta definição foi reiterada no relatório "Estado da Ciência sobre EDCs", publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).1
Bebês e crianças diferem significativamente dos adultos em vários aspectos, o que pode influenciar de maneira importante sua resposta aos desreguladores endocrinológicos. Essas diferenças, que levam a uma maior exposição e a efeitos negativos mais evidentes, são decorrentes principalmente de variações na fisiologia, anatomia, farmacocinética, além de diferenças na dieta e no comportamento.1
Nesta videoaula, a Dra. Tania Bachega, professora livre-docente em Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), aborda a temática dos desreguladores endocrinológicos na alimentação dos 1.000 dias. Acesse o material na íntegra, assistindo ao vídeo abaixo.
| O leite materno é o melhor alimento para os lactentes e até o 6° mês deve ser oferecido como fonte exclusiva de alimentação, podendo ser mantido até os dois anos de idade ou mais. As gestantes e nutrizes também precisam ser orientadas sobre a importância de ingerirem uma dieta equilibrada com todos os nutrientes e da importância do aleitamento materno até os dois anos de idade ou mais. As mães devem ser alertadas que o uso de mamadeiras, de bicos e de chupetas pode dificultar o aleitamento materno, particularmente quando se deseja manter ou retornar à amamentação; seu uso inadequado pode trazer prejuízos à saúde do lactente, além de custos desnecessários. As mães devem estar cientes da importância dos cuidados de higiene e do modo correto do preparo dos substitutos do leite materno na saúde do bebê. Cabe ao especialista esclarecer previamente às mães quanto aos custos, riscos e impactos sociais desta substituição para o bebê. É importante que a família tenha uma alimentação equilibrada e que sejam respeitados os hábitos culturais na introdução de alimentos complementares na dieta do lactente, bem como sejam sempre incentivadas as escolhas alimentares saudáveis. |
Os conteúdos disponibilizados no Danone Health Academy são técnico-científicos, destinados exclusivamente aos profissionais de saúde. Estão em conformidade com a Portaria nº 2051/01, a Resolução RDC nº222/02, Lei 11265/06 e Decretos que a regulamentam, conforme a aplicabilidade. Proibida a distribuição a outros públicos e reprodução total ou parcial. É proibida a utilização desse material para realização de promoção comercial. A prescrição dos produtos é de competência exclusiva de médicos e/ou nutricionistas, sendo proibida a indicação pelo profissional de enfermagem e farmacêutico.
Referência:
1. Di Pietro G, Forcucci F, Chiarelli F. Endocrine Disruptor Chemicals and Children’s Health. International Journal of Molecular Sciences. 2023; 24(3):2671.
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Os probióticos são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, proporcionam benefícios à saúde do hospedeiro. Eles ajudam a equilibrar a microbiota intestinal, promovem a multiplicação de bactérias benéficas e reforçam os mecanismos de defesa do corpo, dificultando o crescimento de bactérias prejudiciais.1
Referência:
1. Saad SMI. Probióticos e prebióticos: o estado da arte. Rev Bras Cienc Farm [Internet]. 2006Jan;42(1):1–6.
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Um estudo concluiu que, em pacientes gravemente enfermos, o microbioma sofre alterações que favorecem doenças, tornando essencial caracterizá-lo para desenvolver terapias nutricionais eficazes, como a nutrição enteral. Suplementos probióticos orais são uma abordagem promissora, pois ajudam a restaurar o equilíbrio do microbioma, inibem patógenos causadores de infecções sépticas e promovem a recuperação de infecções sistêmicas, reduzindo a inflamação e melhorando a função dos órgãos.1
Referência:
1. Moron R, Galvez J, Colmenero M et al. A importância do microbioma em pacientes gravemente enfermos: papel da nutrição. Nutrients 2019 , 11 , 3002.